PARÓQUIA S. MIGUEL DE QUEIJAS

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Festa de S. José – Dia do PAI

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Celebra-se, a 19 de Março, a Solenidade de São José. Neste dia, a Igreja recorda solenemente a santidade de vida do seu padroeiro, proclamado em 1870 por Pio IX. S. José, esposo da Virgem Maria, modelo de pai e esposo, protector da Sagrada Família, foi escolhido por Deus para ser o patrono de toda a Igreja. O seu nome, em hebraico, significa "Deus cumula de bens".

No Evangelho de São Mateus vemos como foi dramático para esse grande homem de Deus acolher, misteriosa, dócil e obedientemente, a mais suprema das escolhas: ser pai adoptivo de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Messias, o Salvador do mundo: "Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa" (Mt 1,24). Jesus, o Verbo Encarnado, quis viver em família.

Hoje, deparamos com o testemunho de José, "Deus cumula de bens"; mas, para que este bem maior penetrasse na sua vida e história, ele precisou renunciar a si mesmo e, na fé, obedecer a Deus acolhendo a Virgem Maria, por sua esposa.

Da mesma forma, hoje São José acolhe a Igreja, da qual é o padroeiro, e grande intercessor de todos nós. Que assim como ele, possamos ser dóceis à Palavra e à vontade do Senhor. São José, rogai por nós!

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O primado da vida interior de S. JoséJose14
Hoje, que celebramos o Dia do Pai, a Igreja Católica evoca a figura singular de São José. Em 1989, o Papa João Paulo II escrevia a exortação "O guarda do Redentor", sobre o esposo de Maria e pai legal de Jesus, da qual apresentamos um excerto.

«Também quanto ao trabalho de carpinteiro na casa de Nazaré se estende o mesmo clima de silêncio, que acompanha tudo aquilo que se refere à figura de José. Trata-se, contudo, de um silêncio que desvenda de maneira especial o perfil interior desta figura. Os Evangelhos falam exclusivamente daquilo que José "fez"; no entanto, permitem-nos auscultar nas suas «acções», envolvidas pelo silêncio, um clima de profunda contemplação. José estava quotidianamente em contacto com o mistério "escondido desde todos os séculos", que "estabeleceu a sua morada" sob o tecto da sua casa. Isto explica, por exemplo, a razão por que Santa Teresa de Jesus, a grande reformadora do Carmelo contemplativo, se tornou promotora da renovação do culto de São José na cristandade ocidental.

O sacrifício total, que José fez da sua existência inteira, às exigências da vinda do Messias à sua própria casa, encontra a motivação adequada na "sua insondável vida interior, da qual lhe provêm ordens e consolações singularíssimas; dela lhe decorrem também a lógica e a força, própria das almas simples e límpidas, das grandes decisões, como foi a de colocar imediatamente à disposição dos desígnios divinos a própria liberdade, a sua legítima vocação humana e a felicidade conjugal, aceitando a condição, a responsabilidade e o peso da família e renunciando, por um incomparável amor virgíneo, ao natural amor conjugal que constitui e alimenta a mesma família".

Esta submissão a Deus, que é prontidão de vontade para se dedicar às coisas que dizem respeito ao seu serviço, não é mais do que o exercício da devoção, que constitui uma das expressões da virtude da religião. [...]

Mais ainda, a aparente tensão entre a vida activa e a vida contemplativa tem em José uma superação ideal, possível para quem possui a perfeição da caridade. Atendo-nos à conhecida distinção entre o amor da verdade (caritas veritatis) e as exigências do amor (necessitat caritatis), podemos dizer que José fez a experiência quer do amor da verdade, ou seja, do puro amor de contemplação da Verdade divina que irradiava da humanidade de Cristo, quer das exigências do amor, ou seja, do amor igualmente puro do serviço, requerido pela protecção e pelo desenvolvimento dessa mesma humanidade.»

João Paulo II, in O guarda do Redentor, Roma 1989.

 

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