PARÓQUIA S. MIGUEL DE QUEIJAS

igreja1 vitral1 igreja2 Auditorio vitral2 vitral4 igreja3 vitral3 Slide Cspq1 Slide cspq7 Slide igreja4 Slide cspq3 Slide cspq5 Slide pinturas Slide cspq8 Slide vitral5 Slide cspq6 Slide cspq2 Slide cspq4

Paz à sua alma

António bispo do PortoMorreu D. António Francisco dos Santos, o Bispo da Bondade (1948-2017)

Quem o conhecia recorda-o como um homem bom e humilde, sempre próximo das pessoas, sem medo de denunciar as desigualdades sociais e económicas.

Na sua primeira homilia como bispo do Porto, em Abril de 2014, D. António lembrava que há necessidades que não podem esperar como a alimentação, a saúde, a habitação e os recursos mínimos: “Onde estiverem em causa os pobres, os que sofrem, que sejam os primeiros. Os pobres não podem esperar”.

Reiterando as palavras do Papa Francisco, mais tarde afirmava que a experiência católica não pode ser feita “apenas de teorias, nem apenas de convicções, nem apenas de doutrina. Temos de exercitar na experiência diária da nossa vida aquilo em que acreditamos. Mais acção e sobretudo melhor acção.”

E na grande entrevista que deu à RR reafirmava a sua “atenção aos mais pobres”: “É para eles que a Igreja mais deve trabalhar: na aproximação aos que estão desempregados, aos jovens que não têm futuro, aos que não têm casa, aos sem-abrigo, aos que são marginalizados, a este mundo imenso de refugiados, e de proscritos dos seus países que morrem, como as crianças na Síria. Tantos milhões de pessoas que vivem vítimas da violência, da guerra.”

Neste último Sábado, 9 de Setembro, na peregrinação da Diocese do Porto à Cova da Iria, afirmava: “Aqui pedimos a Nossa Senhora que nos ilumine na prossecução do nosso plano pastoral que hoje começa para sermos capazes de construir uma igreja bela, como uma casa de família, que seja mãe comovida pelas dores e sofrimentos dos seus filhos”.
Afirmando ainda: “Queremos ver espelhado no rosto da igreja do Porto o rosto jovem e belo da igreja que brilha quando é rica em amor”.

O bispo do Porto pediu ainda uma atenção particular para com os mais frágeis, dando como exemplo os presos, os doentes ou os sem-abrigo: “Não podemos viver distantes dos dramas humanos nem ficar insensíveis aos seus clamores e indiferentes aos seus sofrimentos”, convidando os cristãos da diocese do Porto a “entrarem na vida concreta dos que sofrem”.

Obrigado, D. António, pelo dom da sua vida ao serviço da Igreja.
Vamos ter muitas saudades do seu sorriso e bondade, da sua profunda humildade e simplicidade, competência e saber.
Que o Bom Pastor o acolha na luz e na paz!


Partilho aqui, na íntegra, a sua última homilia que foi proferida em Fátima, a 09-09-2017, por ocasião da Peregrinação da Diocese do Porto ao Santuário de Fátima:

1.“Ouvimos no Evangelho Jesus dizer ao discípulo: «Eis a tua Mãe» (Jo 19, 26-27). Temos Mãe! Uma «Senhora tão bonita»: comentavam entre si os videntes de Fátima a caminho de casa, naquele abençoado dia treze de maio de há cem anos. E à noite, a Jacinta não se conteve e desvendou o segredo à mãe: «Hoje vi Nossa Senhora». Tinham visto a Mãe do Céu” (Papa Francisco, Fátima, Homilia, 13.5.2017).

Foi com estas palavras que o Papa Francisco se dirigiu, neste mesmo lugar, à multidão de peregrinos no passado dia treze de maio. Esta palavra era uma primeira ressonância ao texto do Evangelho agora proclamado. O Papa Francisco está hoje na Colômbia para levar a esperança, a concórdia e a paz a um povo ferido pela violência. Estamos em comunhão com ele, de olhos voltados para a «Senhora mais brilhante do que o sol» que os pastorinhos aqui viram e diante de cuja Imagem o Papa Francisco quis demoradamente rezar.

As ruas e as estradas das quatrocentas e setenta e sete paróquias da diocese do Porto, a norte e a sul do Douro, entre o Antuã e o Ave, tornaram-se, hoje, braços de um grande rio a guiar-nos para este mar de fé. Queremos dizer ao futuro este nosso modo feliz e mariano de viver a fé e este desejo incontido de anunciar a alegria do Evangelho no Porto, Cidade da Virgem e Terra de Santa Maria.

Caminhamos juntos a partir das nossas casas e comunidades a cantar a alegria da mesma fé e a proclamar esta bela experiência de sermos: «Com Maria, Igreja do Porto, peregrina e missionária».

Ao longo da visita da Imagem peregrina de Fátima ao Porto, em 2016, Nossa Senhora percorreu os caminhos da diocese e abriu as portas do coração de tantas pessoas, famílias, instituições e comunidades. Ajudou-nos a ver, com o seu olhar, que somos uma Igreja em comunhão, unida e mobilizada para a missão. Guardaremos para sempre o bem acolhido, realizado e multiplicado pela sua presença no nosso coração de leigos, de consagrados, seminaristas, diáconos, sacerdotes e bispos.

É, por isso, de gratidão a Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa Mãe, a minha primeira palavra. É de gratidão igualmente a minha palavra a todos vós, aqui presentes, e a quantos nos acompanham nesta hora. Agradeço-vos pela Igreja que somos e pela experiência de fé, de esperança e de caridade que vivemos juntos: crianças, jovens, famílias, idosos, doentes, sem-abrigo e emigrantes aqui reunidos nesta participativa assembleia diocesana. Rezo com todos e por todos os que estão connosco. Sem todos, e sem cada um de vós, a alegria desta hora não seria possível nem completa.

2. Celebramos, neste santuário, de forma nova, fora de portas dos nossos templos e para lá das habituais fronteiras das nossas comunidades, a alegria da fé. Foi muito belo o caminho percorrido ao longo deste ano pastoral que aqui nos conduziu sob o lema: «Com Maria, renovai-vos nas fontes da alegria». Esta é a segunda peregrinação diocesana que aqui realizamos neste arco de tempo de cem anos de Fátima.

O caminho pastoral não se encerra em nenhum lugar. Também a missão não termina aqui nem agora. Este é, apenas, o início de uma nova etapa de caminho nos desafios por Deus semeados no íntimo da vida de cada um de nós, na alma de cada comunidade cristã e na força dos testemunhos apostólicos que nos dizem que há por toda diocese dinamismo e vigor, iniciativas e propostas de uma fé professada, celebrada, vivida, testemunhada e anunciada com alegria.

A certeza de que Deus nos ama e nos quer felizes, tantas vezes sentida e experimentada, multiplica-se agora em vidas disponíveis que Deus chama, em comunidades vivas que Deus modela e em caminhos aplanados que Deus percorre connosco. Daqui se vislumbram novos horizontes de missão ampliados à dimensão dos desafios, das exigências e da cultura do nosso tempo.

Procuremos escutar o mundo em que vivemos e prestemos mais atenção ao povo peregrino que somos, para no meio deste povo percebermos os sinais que a alegria do encontro com Cristo a todos oferece.

Igreja do Porto: Vive esta hora, que te chama, guiada pelas mãos de Maria, a ir ao encontro de Cristo e a partir de Cristo a anunciar com renovado vigor e acrescido encanto a beleza da fé e a alegria do Evangelho. Viver em Igreja esta paixão evangelizadora é a nossa missão. A vossa e a minha missão!

3. Esta é uma das horas mais significativas de alegria e de comunhão sonhada por Deus para a nossa diocese. Iniciamos agora, em dia da dedicação da nossa Igreja Catedral, o novo ano pastoral, no horizonte do Sínodo Diocesano, que aqui confio, desde já, à protecção da Mãe de Deus e Mãe da Igreja, Senhora do Rosário de Fátima.

Vamos partir daqui «movidos pelo amor de Deus» para que cresça, no Porto, como nos lembra o nosso Plano Diocesano de Pastoral 2017/2018, “uma Igreja bela, verdadeira casa de família, sensível, fraterna, acolhedora e sempre a caminho, mãe comovida com as dores e alegrias dos seus filhos e filhas, cada vez menos em casa, cada mais fora de casa, a quem deve fazer chegar e saber envolver na mais simples e comovente notícia do amor de Deus” (CEP/Carta Pastoral, 16.7.2010).

Como disse de modo extraordinariamente belo e sucinto aqui, em Fátima, o Papa Francisco: “o rosto jovem e belo da Igreja brilha quando é missionária, acolhedora, livre, fiel, pobre de meios e rica no amor (Papa Francisco, Fátima, Homilia, 13.5.2017), (cf. Plano Diocesano de Pastoral, Porto, 2017, pág. 45).

4. Não podemos viver distantes dos dramas humanos nem ficar insensíveis aos seus clamores e indiferentes aos seus desafios. É preciso viver a imensa experiência de ser povo, a experiência de pertencer a um povo. Temos de entrar em contacto com a vida concreta dos outros e manifestar a força da ternura e da bondade de Deus.

5. Peço à Virgem Maria, Senhora de Fátima, Senhora de Vandoma e Senhora da Assunção, nossa Mãe e Padroeira, com as palavras do Papa Francisco, “que nos ajude a anunciar a todos a mensagem da salvação, que nos ensine a acreditar na força revolucionária da bondade, da ternura e do afecto e nos dê a santa audácia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga”, a alegria da fé que nunca se esgota e o fascínio das bem-aventuranças que inspiram a missão da Igreja e transformam o Mundo (EG, n.º 288).

Santuário de Fátima, na Peregrinação Diocesana do Porto, 9 de setembro de 2017
+ António, Bispo do Porto


14 frases de D. António Francisco dos Santos

“Não compete à Igreja educar nem para o medo, nem para a proibição.” 2010

“O diálogo entre a Igreja e a sociedade passa necessariamente pelos caminhos abertos da cultura, em que a Igreja soube tantas vezes ser pioneira.” Abril de 2010

“O bispo não trabalha sozinho. É bispo de todos, mas é irmão com todos.” À Renascença, na primeira entrevista depois da tomada de posse como bispo do Porto, Abril de 2014

"Sejamos ousados, criativos e decididos. Sobretudo onde estiverem em causa os frágeis, os pobres e os que sofrem. Os pobres não podem esperar.” Primeira homilia como bispo do Porto, Abril de 2014

“O diálogo será timbre do meu viver e caminho do meu encontro com todos." Primeira homilia como bispo do Porto, Abril de 2014“

Precisamos de uma forma nova de ser líder e de ser protagonista, de ser governante e de ser responsável deste país.” A propósito da austeridade, Fevereiro de 2015

“Não podemos ser uma Igreja que apenas recebe, que apenas diz ‘vem’. Temos de ser uma Igreja que sabe ir, que sabe estar e que sabe encontrar-se com todos.” Fevereiro de 2015

“É necessário que a Igreja saiba ir ao encontro de todos, sem medo de perder algo de si.” Fevereiro de 2015

“Se tivéssemos feito pela paz aquilo que temos feito pela guerra, se tivéssemos feito pelo diálogo aquilo que temos feito pela separação e pelos conflitos, isto não teria acontecido.” Na sequência dos atentados de Paris, Novembro de 2015]

“Quando adoramos o Senhor nosso Deus, temos de respeitar e adorar o Deus das pessoas, dos nossos irmãos, independentemente da sua origem, cultura, credo ou ideologia.” Na sequência dos atentados de Paris, Novembro de 2015

“Vai ser felizmente diferente para eles este Natal, mesmo que seja outra a sua fé, porque encontraram casa junto de nós, abrigo na cidade e acolhimento humano em terra de gente de paz e de bem.” Uma referência ao primeiro Natal dos refugiados acabados de chegar, Dezembro de 2015

“Uma ofensa à dignidade humana e aos direitos fundamentais da dignidade humana. Isso não há povo que o possa fazer, nem há responsável que o possa assumir.” A propósito da eleição de Donald Trump, Novembro de 2016]


Morreu um homem bom e um grande bispo

«Via-se que D. Francisco António dos Santos não fazia carreira eclesiástica. Deixou marcas no laicado de Aveiro, convivia com as famílias como se fizesse parte de cada uma; já no Porto, disse um “basta” à desigualdade e conquistou o respeito de comerciantes, empresários e militares.

Quando morre um homem bom o mundo fica mais pobre. Hoje, Portugal e a sua Igreja perderam um desses homens que nos fazem falta: D. António Francisco, o bispo do Porto. Reconhecidamente um homem bom.

O pastor que escolhera como lema episcopal “Nas tuas mãos” morreu, inesperadamente, de ataque cardíaco, quando nada o fazia prever, deixando em estado de choque todos os que com ele conviveram nos últimos dias como se a sua divisa tivesse sido integralmente cumprida. E o primeiro comentário das mais variadas bocas foi exactamente este repetitivo, mas genuíno, perdemos “um homem bom”. O verdadeiro Pastor com cheiro a ovelhas, que o Papa Francisco gostava que fosse a marca de todos os bispos.

Um homem de uma simplicidade intocável desde o tempo da sua infância em Cinfães, mas que a sabedoria, adquirida nos tempos dos estudos de Sociologia, Filosofia e Teologia em Paris, alargara a visão e a experiência de vida enriquecera, permitindo-lhe uma coragem e frontalidade que lhe permitia dizer “basta de sacrifícios impostos aos mais pobres” ainda nos anos da troika, em nome dos mais frágeis sem que se lhe manchasse nunca uma espécie de doçura que justificava de quem não o conhecia esta pergunta: quem é este homem? Este Pastor que se confunde como mais um no meio do rebanho e aparenta conhecer de cor o nome das “ovelhas”?

Foi essa a pergunta que fiz aos seus diocesanos de Aveiro já a meio da sua estadia por essa diocese quando o vi pela primeira vez no final de uma actividade promovida pelas jovens diocesanas. Percebi depois porque a saída de D. António, alguns anos mais tarde, pareceu deixá-los numa espécie de orfandade, que nada tinha a ver com o perfil do seu sucessor.

Talvez a liderança das Equipas de Nossa Senhora e a presença enquanto director espiritual do movimento dos Cursilhos de Cristandade tivesse contribuído para esse conhecimento apurado dos problemas reais das famílias que o rodeavam e o seguiam de perto, tão perto, que se confundia como uma espécie de pároco de todas as freguesias. Entrando na intimidade de centenas, sobretudo de casais ainda muito jovens, como se fosse apenas mais um membro da família. O laicado daquela diocese mostrava uma vitalidade inusitada.

Vi-o depois um sem-número de vezes. E acabou também por gerar em mim o mesmo sentimento de proximidade. Conhecia-nos em família pelos nomes, perguntava por alegrias e tristezas. A sua modéstia não lhe terá facilitado a entrada na grande diocese do Porto, deixando-lhe transparecer uma certa nostalgia pela experiencia passada.

O facto de Aveiro ser uma diocese nova (o que são 75 anos contra os cinco séculos de vida de dioceses como a do Porto?) terá permitido que se sentisse aí de tal forma em casa que só por obediência terá aceitado a passagem para a liderança da diocese do Porto (ainda por cima sucedendo a uma figura como a de D. Manuel Clemente). Via-se que não fazia carreira eclesiástica e que as honrarias próprias da importância do cargo lhe pesavam mais do que lhe agradavam, como uma roupa que lhe estivesse larga demais para a modéstia das suas ambições.

Não por acaso o novo bispo chegou ao Porto rodeado de aveirenses a quem na sua homilia inicial agradeceu o apoio e pediu orações. Ordenado bispo no dia de São José, via-se como esse santo a quem Deus trocara frequentemente as voltas. Aos sacerdotes falou como “irmãos”. Citando Santo Agostinho, comunicou-lhes que queria “ ser bispo para vós e irmão convosco”, fazendo lembrar a chegada ao papado do outro Francisco em cujos gestos e acções se revia por inteiro e quase antecipava.

Um ano depois, no balanço desses primeiros 365 dias numa notável entrevista à Renascença, feita pelo jornalista Henrique Cunha, ergueu a sua voz em nome dos pobres. “Basta”, afirmou, defendendo: “Precisamos de uma forma de ser líder e ser protagonista, de ser governante e de ser responsável deste país”. Uma nova forma que passava, em seu entender, por “dizer a verdade aos cidadãos”. Vale a pena reler o texto integral.

Nesse Fevereiro de 2015, a oito meses das eleições legislativas, acrescentava: “É tempo de dizermos que há caminhos novos a percorrer. O esforço tem de ter o seu resultado e o trabalho que se realizou até aqui tem agora de criar patamares novos de desenvolvimento da economia e da justiça social de equidade entre todos para que as provações e as dificuldades não pesem sobre aqueles que menos têm.”

Não foi apenas algum Porto que não entendeu todo o significado das suas palavras, foi também boa parte do país. A incomodidade com o novo bispo cresceu um pouco em vários sectores da vida político-social. Tínhamos de novo um bispo do Porto a afirmar preto no branco que o futuro não se “faz só com grupos, só com partidos, só com determinadas pessoas”.

Na sua última entrevista à Renascença, dada a 14 de Julho ao Miguel Coelho, ouvimo-lo mais uma vez falar do Porto já como a sua cidade que não se pode “resumir a monumentos, é alma, vida e gente”. Mas nada de vozes do Restelo. Sem saudosismos, falou de um Porto desertificado muito antes da invasão de turistas, almas bem-vindas (“também quem nos visita é gente!”) para dar vida à nova cidade, desde que esta não perca as suas gentes que sabem acolher como ninguém.

Homem de fazer pontes e promover encontros não deixou de envolver todos incluindo as outras confissões religiosas num mesmo diálogo. Preocupado com a cidade, abriu as portas da Igreja aos não crentes, fazendo-a participar na vida comum e enriquecendo o património turístico, quer com a enorme reabilitação dos Clérigos, quer com a abertura da sua própria casa (o frio, mas lindíssimo Paço Episcopal), uma pequena maravilha até aqui escondida dos olhos dos portuenses e estrangeiro.

Homem prático arranjou também com isso novas receitas para uma Igreja depauperada.
Ganhou o respeito de empresários e comerciantes e nem os militares ficaram de fora desse espirito de proximidade e cooperação. O Porto voltou a perder um D. António que marcará de novo a cidade enquanto bispo. Ambos tão perto da doutrina que Francisco nos pede, ansiosamente, para adoptar. Partiu inesperadamente este homem bom que adoptou como divisa episcopal “nas tuas mãos”. Hoje, subitamente, cumpriu-se a divisa.

“[Apelo] à sociedade civil, às autarquias e ao próprio Estado, para encontrarem respostas estruturais e soluções definitivas que tirem estas pessoas das ruas.” Mensagem no Jubileu dos Sem-Abrigo, Novembro de 2016
“O Porto não é apenas um monumento erguido; é alma, é vida, é gente.” Sobre o crescimento do turismo na cidade do Porto, em entrevista à Renascença, Julho de 2017.»

Graça Franco, RR, 11-09-2017

 

Cateq 2018

Calendario Cateq

horariomissas



Patriarcado