PARÓQUIA S. MIGUEL DE QUEIJAS

igreja1 vitral1 igreja2 Auditorio vitral2 vitral4 igreja3 vitral3 Slide Cspq1 Slide cspq7 Slide igreja4 Slide cspq3 Slide cspq5 Slide pinturas Slide cspq8 Slide vitral5 Slide cspq6 Slide cspq2 Slide cspq4

São Miguel Arcanjo, rogai por nós

Mig002A Paróquia de Queijas tem como padroeiro São Miguel Arcanjo. Sabes qual é a origem desse nome e o que isso significa?

Miguel, em hebraico Mi-ka-El, significa “Quem como Deus?”. Na linguagem antiga, o nome designava a vocação e missão da pessoa, Miguel, portanto, é aquele que a todos lembra que ninguém nem nada deve igualar-se a Deus. Quem como Deus?

Quer no Antigo, quer no Novo Testamento, São Miguel foi sempre muito amado e venerado pelo povo de Deus. O Senhor o constituiu guarda e protector do Povo de Israel, como se lê no Profeta Daniel: “Surgirá Miguel, o grande Príncipe, que guardará o teu povo.” (Dan 12, 1)

As intervenções de São Miguel, em favor do Povo de Deus, motivaram da parte da Igreja – desde o princípio – uma veneração muito especial por este Arcanjo que ela sempre considerou e honrou, com um culto especial, como guarda e protector da Igreja.

A nossa devoção a São Miguel leva-nos não só a pedir a sua intercessão mas, também, a imitá-lo à nossa maneira e na nossa medida. Nós, também a título da devoção que lhe temos, somos convidados a ouvir Miguel e a colaborar com ele: ninguém e nada pode ocupar o lugar de Deus, na história e na nossa vida. Quem como Deus?

Com Deus, tudo temos; sem Deus, não temos nada; O pouco com Deus é muito, e o muito sem Deus é nada! – Diz o ditado da sabedoria popular, que é afinal a mensagem de São Miguel.

Respeitemos o lugar de Deus nas nossas vidas e na sociedade. E, quais devotos de São Miguel, colaboremos com o nosso Padroeiro, proclamando sobretudo com as nossas vidas, com o nosso testemunho, que só em Deus o nosso coração e a humanidade, encontrarão descanso e paz.

É esta a maneira de ser sal, luz e fermento, a vocação e missão que nos deu Nosso Senhor, a nossa vocação e missão de baptizados; a razão do nosso ser Igreja, comunidade de São Miguel de Queijas.

São Miguel Arcanjo, rogai por nós!

Pe. Alexandre Santos, scj

Consagração dos Jovens ao Coração de Jesus

SCJO Papa Bento, nas JMJ de Madrid, consagrou os jovens ao Coração de Jesus, querendo assim aproximar de Cristo todos os jovens do mundo, objectivo de cada Jornada Mundial da Juventude. Este acontecimento ocorreu na vigília da noite de 20 de Agosto de 2011, no aerodromo Quatro Vientos. 

Como preparação deste acontecimento foi proposta uma catequese que aprofunda os aspectos e consequências da consagração ao Sagrado Coração de Jesus.
A catequese está baseada na mensagem que Bento XVI escreveu para a JMJ de Madrid. Nela destaca-se que esta consagração é um acto de fé, de esperança e de amor a Cristo.

Ao confessar a nossa fé não só o fazemos "a partir das verdades que professamos, mas como fruto de uma relação pessoal com Cristo que se estabelece a partir da confiança no Amor do seu Coração". Isto permite estar "enraizados e edificados em Cristo", tema da JMJ de Madrid.

Nos jovens encontra-se a esperança do futuro da Igreja e da humanidade. Ao realizar esta consagração expressa-se que "só Ele pode libertar o mundo do mal e fazer crescer o Reino da Justiça, da Paz e do Amor a que todos aspiramos".
Por último, a consagração é um acto de amor já que – à imagem do apóstolo Tomé – "ao consagrarmos 'tocamos Jesus', renovando a graça do nosso baptismo com que fomos introduzidos.


Eis a referida Catequese:

Consagração dos jovens ao Coração de Jesus [Catequese 9]

A finalidade desta catequese é ajudar os jovens a preparar a Consagração da Juventude do Mundo ao Sagrado Coração de Jesus pelo Santo Padre Bento XVI na próxima Jornada Mundial da Juventude.

Consta de três partes. Na primeira, aproximamo-nos da Mensagem do Papa para a JMJ a partir da perspectiva do Coração de Jesus. Na segunda, recordamos brevemente a história da devoção ao Coração de Jesus. Por último, explicamos o sentido desta Consagração da Juventude do Mundo ao Coração de Jesus.


I. "Do coração do homem ao Coração de Deus"

1. Se penetramos nas profundezas do nosso coração, encontramos todos o mesmo desejo: queremos ser felizes. Mas onde e como podemos encontrar a felicidade?, perguntamo-nos. A experiência diz-nos que a felicidade do homem só se encontra na medida em que a sua ânsia de infinito é saciada. Diz o Papa na sua mensagem: "O homem é verdadeiramente criado para aquilo que é grande, para o infinito." (Bento XVI, Mensagem para a JMJ 2011 Madrid.)

Devemos dar um passo mais. Este desejo de infinito, para o homem, identifica-se com o desejo de ser amado por um Amor que não tem limites. A resposta a esta interrogação é-nos dada pela própria revelação de Deus: "Deus é Amor". Deus manifestou-Se-nos precisamente como o Amor infinito, eterno, pessoal e misericordioso que dá resposta, com plenitude, aos anseios de felicidade que há no coração de todo o homem. Por esta razão, diz-nos o Papa: "Deus é a fonte da vida; eliminá-l'O equivale a separar-se desta fonte e, inevitavelmente, a privar-se da plenitude e da alegria: 'De facto, sem o Criador a criatura esvai-se' (Vaticano II, GS, 36)" (Mensagem JMJ). Podemos vê-lo nas múltiplas experiências e tentativas que aconteceram e acontecem na nossa sociedade, de construção de um "paraíso na terra" à margem de Deus.

2. O problema do coração do homem só se resolve definitivamente no encontro com o Coração de Deus. A este respeito, diz Santo Agostinho: "Fizeste-nos, Senhor, para Ti, e o nosso coração permanecerá inquieto até que em Ti descanse". A inquietação de que fala o santo de Hipona refere-se à dificuldade de "alcançar" o Amor, como consequência da nossa condição de criaturas; somos finitos e, além disso, somos pecadores. Uma e outra vez tropeçamos na pedra do nosso egoísmo, da desordem das nossas paixões que nos impedem de alcançar esse Amor. O coração do homem "necessitava" um Coração que, por um lado, estivesse ao seu "nível", e que, por outro lado, fosse omnipotente para o arrancar à sua finitude e ao seu pecado. Em Jesus Cristo, Deus foi ao encontro do homem, e a nós, homens, amou-nos "com coração humano". No encontro do coração do homem com o Coração de Jesus realizou-se o mistério da Redenção: "A partir do horizonte infinito do seu amor, de facto, Deus quis entrar nos limites da história e da condição humana, assumiu um corpo e um coração, para que possamos contemplar e encontrar o infinito no finito, o Mistério invisível e inefável no Coração humano de Jesus, o Nazareno". (Bento XVI, Angelus 1 de Junho de 2008)

3. A revelação definitiva desse Amor foi-nos dada na Cruz. O amor que Deus tem por nós chega ao "limite" da entrega da sua vida. O Coração aberto de Jesus, na Cruz, como consequência de ter sido trespassado pela lança do soldado, é a maior expressão de quanto Deus nos ama e de como nos ama. Diz o Papa, na sua mensagem: "Do Coração aberto de Jesus na cruz brotou a vida divina" (Mensagem JMJ). Assim, na Cruz, Jesus transforma o nosso "coração de pedra", ferido pelo pecado, num "coração de carne", como o seu: dá-nos o seu amor e, por sua vez, torna-nos capazes de amar com o seu próprio amor.

4. Do Coração de Jesus, vivo e ressuscitado, brota a fonte em que o homem deve beber para saciar a sua sede infinita de amar e ser amado. É, portanto, neste encontro pessoal, "de coração a Coração", que o homem vive "arraigado e edificado em Cristo, firme na fé" (Col 2,7). A santidade consiste em entrar plenamente nesta corrente de amor que brota do Coração de Jesus. "O lema do Cardeal Newman, 'de coração a Coração', dá-nos a perspectiva da sua compreensão da vida cristã como uma chamada à santidade, experimentada como o desejo profundo do coração humano de entrar em comunhão íntima com o Coração de Deus" (Bento XVI, Homilia na Beatificação do Cardeal Newman).


II. "Eis aqui o Coração que tanto tem amado os homens"

A Igreja, ao longo dos séculos, foi aprofundando o significado do culto ao Sagrado Coração de Jesus. Muitos homens e mulheres encontraram, na contemplação desta imagem do coração trespassado, um caminho muito válido para se identificarem plenamente com Cristo e alcançarem a meta da santidade.

Entre estes santos, temos de destacar Santa Margarida Maria de Alacoque (1647-1690), religiosa da Ordem da Visitação em Paray-le-Monial, a quem Jesus Se manifesta na Eucaristia, revelando-lhe o mistério do seu Coração: "Eis aqui o Coração que tanto tem amado os homens e que mais não tem recebido que ingratidões e afrontas". Ao longo da sua vida, Santa Margarida ensinou a amar o Coração de Jesus: acompanhando-O na Eucaristia, por intermédio da Hora Santa, a consagrar-se a Ele e a oferecer pequenos actos de amor em reparação dos pecados. Também difundiu a prática das primeiras sextas-feiras de cada mês: confissão e comunhão em reparação dos pecados. Foi beatificada em 1864 pelo Beato Pio IX e canonizada em 1920 por Bento XV. A sua festa celebra-se a 16 de Outubro.

Juntamente com esta santa, destacamos São Cláudio de la Colombière S.J. (1641-1682), director espiritual de Santa Margarida Maria. Foi ele o encarregado de propagar a mensagem do amor ao Coração de Cristo pelos lugares mais longínquos; e, graças a ele, a ordem religiosa dos jesuítas acometeu a tarefa de propagar a devoção ao Coração de Jesus.

O eco destas revelações na vida da Igreja foi tão grande que o Beato Pio IX, no ano de 1856, proclamou a festa do Sagrado Coração de Jesus; e no ano de 1899, o Papa Leão XIII consagrou o Género Humano ao Sagrado Coração. Centenas de congregações religiosas dedicadas à educação dos jovens, à assistência aos anciãos e enfermos, às missões, nasceram neste tempo, inspiradas na espiritualidade do Coração de Jesus. Ao longo do Século XX, os Pontífices convidaram continuamente a recorrer ao Sagrado Coração como "principal indicador e símbolo do amor com que o divino Redentor ama continuamente o eterno Pai e todos os homens" (Pio XII, Enc. "Haurietis Aquas").

A contemplação do Coração de Jesus fecunda hoje a Igreja com novos caminhos de santidade e apresenta-se aos homens do nosso tempo, tão necessitados da misericórdia divina, como um anúncio de esperança, para que, "sobre as ruínas acumuladas pelo ódio e a violência, se estabeleça a civilização do amor, o reino do Coração de Cristo" (João Paulo II, Mensagem ao Prepósito Geral da Companhia de Jesus, P. Peter Hans Kolvenbach, 5 de Outubro de 1986).


III. Consagrarmo-nos ao Coração de Jesus para permanecermos
     "Enraizados e edificados em Cristo e firmes na fé" (Col 2,7)

A Consagração ao Coração de Jesus é um acto com o qual nós, Jovens de todo o Mundo, presididos pelo Santo Padre, queremos dirigir o nosso olhar confiado a Jesus Cristo, para que nos ajude a viver "enraizados e edificados em Cristo e firmes na fé" (Col 2,7).

Trata-se de fazer reviver em nós a experiência do discípulo amado, que, contemplando o Coração aberto de Jesus na Cruz, crê no seu amor e se converte em sua testemunha. "Aquele que O viu, dá testemunho" (Jn 19,35).

É, portanto, um acto de fé. Ao consagrar-nos ao Coração de Jesus, o Santo Padre convida-nos a confessar a nossa fé: "Cremos firmemente que Jesus Cristo Se ofereceu na Cruz para nos doar o seu amor; na sua paixão, carregou os nossos sofrimentos, assumiu sobre Si os nossos pecados, obteve-nos o perdão e reconciliou-nos com Deus Pai, abrindo-nos o caminho da vida eterna" (Mensagem JMJ). Esta confissão fazemo-la, não só a partir do conhecimento das verdades que professamos, mas também como fruto de uma relação pessoal com Cristo, que se estabelece a partir da confiança no Amor do seu Coração. Além disso, esta profissão de fé realizamo-la unidos ao Papa, aos bispos e pastores da Igreja, significando que "a nossa fé pessoal em Cristo [...] está ligada à fé da Igreja" (Mensagem JMJ). É no "coração da Igreja" que podemos experimentar o latejar do Coração de Cristo.

É, em segundo lugar, um acto de esperança. Não só nos consagramos, cada um de nós, ao seu Coração, mas também a todos nós, "todos os jovens do mundo", nos confia o Papa. Nos jovens do presente encontra-se a esperança do futuro da Igreja e da humanidade. Com esta consagração, nós, os jovens, exprimimos com o Papa que "sem Cristo, morto e ressuscitado, não há salvação", que "só Ele pode libertar o mundo do mal e fazer crescer o Reino de Justiça, de paz e de amor a que todos aspiram" (Mensagem JMJ). Unidos num "só Coração", pedimos com toda a Igreja: "Vem, Senhor Jesus", ajuda-nos a nós, jovens do Terceiro Milénio, a ser artífices da Civilização do Amor, que se constrói "onde as pessoas e os povos acolhem a presença de Deus, O adoram na verdade e ouvem a sua voz" (Mensagem JMJ).

Por último, a consagração é um acto de amor. Nós, jovens do terceiro Milénio, tal como o apóstolo Tomé, queremos "ter um contacto sensível com Jesus, meter, por assim dizer, a mão nos sinais da sua Paixão, os sinais do seu amor" (Mensagem JMJ). Ao consagrarmo-nos, "tocamos Jesus", renovando a graça do nosso baptismo, com que fomos introduzidos plenamente nesse Amor. Afiança-se em nós o desejo de beber constantemente nas fontes de onde brota a vida divina que são os Sacramentos, especialmente a Eucaristia e o Sacramento do Perdão. E, por último, introduzimo-nos no seu olhar misericordioso, para poder estar sempre junto dos mais pobres e enfermos, sendo para eles manifestação palpável do Amor de Deus.

Tal como o discípulo amado, também nós somos convidados a "acolher Maria na nossa casa". A consagração ao Coração de Jesus, realizamo-la tendo a Virgem como especial intercessora e medianeira. Ela, que "acolheu com fé a palavra de Deus", ensina-nos a crer no Amor, a confiarmo-nos a Ele e a ser seus testemunhas entre os homens nossos irmãos.

Em Dia de Reis

Mag037Obrigado, Senhor Jesus, porque vieste também para nós!

Obrigado porque nos arrancaste do poder das trevas
e nos fizeste encontrar o Deus vivo e verdadeiro!

Hoje, também nós vemos a luz
e somos convidados a seguir a estrela do Menino;

Hoje, também nós somos convidados a adorá-l'O,
presenteando-O com os nossos melhores dons:
– o ouro das nossas boas obras,
– a mirra do nosso coração,
– o incenso do nosso amor!

Para compreender esta festa da Epifania:
– É preciso pés novos,
para partir em demanda de outros horizontes,
abandonando as nossas rotinas e comodidade.

– É preciso olhos novos,
para descobrir, na terra e nos céus, as estrelas e os sinais
que nos guiam no encontro com o Deus na história.

– É preciso um coração novo,
para se encantar com o Deus-Menino,
e prostrar-se diante d'Ele em humilde adoração,
perante a rejeição dos senhores do Tempo e do Templo
e a indiferença dos "sábios" da corte.

– É necessário mãos novas,
que se abram em partilha e gratidão,
com presentes generosos e solidários...

– É preciso uma vontade nova,
que impele ao regresso do nosso interior
e ao coração dos irmãos por outro caminho:
o caminho da Fraternidade e da Paz, do Perdão e da Festa.

Em final de ano

Hoje, o que vais pedir a Deus?final-de-ano

Pedi a Deus a força para conseguir o sucesso,
e tornei-me fraco para que aprenda a ser simples.

Pedi a Deus a saúde para fazer muitas coisas,
e veio a doença para me ensinar a ver a vida com olhos novos.

Pedi a Deus a riqueza para encontrar a felicidade,
e tornei-me pobre para aprender a estar com os pobres.

Pedi a Deus o poder para obter a estima dos homens,
e acabei por sentir que é no serviço que se encontra a alegria.

Pedi a Deus um/a companheiro/a para não viver só,
e aprendi a ter um coração para amar a todos os irmãos.

Pedi a Deus para me dar o pão-nosso de cada dia,
e descobri que devo também partilhar do meu pão com os pobres.

Pedi a Deus para que me perdoasse todos os meus pecados
e reparei que primeiro devo perdoar a quem me ofendeu.

Percebi, no final, que nem sempre sabemos pedir,
e que o desejo de Deus é que vivamos a Vida em Plenitude.

Feliz Ano Novo cheio das bênçãos do Deus-Menino!

Oração pela Família

Familia14

Jesus, Maria e José,
a vós, Sagrada Família de Nazaré,
hoje dirigimos o olhar com admiração e confiança;
em vós contemplamos a beleza da comunhão no amor verdadeiro;
a vós confiamos todas as nossas famílias;
para que se renovem nessas maravilhas da graça.

Sagrada Família de Nazaré,
escola atraente do santo Evangelho:
ensina-nos a imitar as tuas virtudes
com uma sábia disciplina espiritual,
dá-nos o olhar claro que sabe reconhecer a
obra da providência nas realidades quotidianas da vida.

Sagrada Família de Nazaré,
guardiã fiel do mistério da salvação:
faz renascer em nós a estima pelo silêncio,
torna as nossas famílias cenáculo de oração
e transforma-as em pequenas Igrejas domésticas,
renova o desejo de santidade,
sustenta o nobre cansaço do trabalho, da educação,
da escuta, da recíproca compreensão e do perdão.

Sagrada Família de Nazaré,
desperta na nossa sociedade a consciência
do carácter sagrado e inviolável da família,
bem inestimável e insubstituível.
Cada família seja morada acolhedora de bondade
e de paz para as crianças e para os idosos,
para quem está doente e sozinho,
para quem é pobre e necessitado.

Jesus, Maria e José
a Vós com confiança rezamos,
a vós com alegria nos confiamos. Ámen

Papa Francisco

 

Cateq 2018

Calendario Cateq

horariomissas



Patriarcado